IRISH INSTITUTE - Instituto Brasil-Irlanda


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Atualizado em
05-11-2008
CULTURA
EDUCAÇAO
TRABALHO
TURISMO

  Na vida cultural da Irlanda

Éire é o nome em irlandês ou gaélico, que se refere à Irlanda seja a ilha ou o país.O nome vem da Deusa Ériu que, segundo a lenda, ajudou os gaélicos a conquistar a Irlanda e é uma das três rainhas dos Tuatha Dé Danann. Lendas e muitas figuras míticas compõem a história cultural deste país onde tribos celtas chegaram, entre 600 e 150 AC.Irlanda

No século VIII começaram as invasões nórdicas que terminaram quando o rei Brian Boru expulsou os dinamarqueses, em 1014.

As invasões inglesas começaram no século XII e ali se estabeleceram por mais de sete séculos. Houve várias rebeliões e repressões incluindo a frustrada tentativa de independência, na Páscoa de 1916 à qual se seguiram anos de guerrilha até que em 1921 foi declarada a independência de 16 territórios, ao Sul. Outros seis, ao Norte, ficaram como parte do Reino Unido, formando a Irlanda do Norte. Em 1973 a Irlanda passou a integrar a União Européia.

Com tantos componentes e mais o rigor de vida imposto pela vida insular, clima e pela própria localização geográfica, ao extremos oeste da Europa, a Irlanda conservou suas raízes culturais preservadas de tantas formas. Nas muitas manifestações da cultura irlandesa - seja na literatura, música ou cinema irlandês aparecem, frequentemente com tintas fortes, muito de sua história.

O irlandês é a língua oficial do país, ensinado nas escolas, presente nas sinalizações de rua, nos documentos oficiais mas de uso verbal limitado. O inglês é, de fato, o idioma da Irlanda que, por sinal, produziu alguns dos mais brilhantes escritores de língua inglesa, vários deles merecedores do Prêmio Nobel de Literatura. E também autores teatrais famosos no mundo inteiro.

Na vida cultural da Irlanda merece especial destaque a música, um dos elementos mais fortes da cultura do país, ao longo dos séculos. O som da Irlanda extrapolou suas fronteiras e, levada pelos imigrantes, foi influenciar diretamente a música norte-americana. Mas a cultura irlandesa se manifesta também na forma de o povo interagir, na vida dos pubs, uma verdadeira instituição nacional, ponto de encontro obrigatório.

O cinema irlandês vem despontando com produções importantes que, na maioria das vezes aborda como tema a "ama irlandesa" ou o que é ser irlandês, reflexo evidente da dispersão dos irlandeses pelo mundo.

Links:

The Irish in Film ... este site reúne, organizado por categorias, diretores, filmes irlandeses e de temas irlandeses.
Centre for Cinema Studies ... neste site, projetos de pesquisa em cinema, na Irlanda.

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Promoção da Cultura

Para promover internacionalmente o melhor das artes e da cultura da Irlanda foi criada em 2005 a Culture Ireland, agência estatal ligada ao Minister for Arts, Sport and Tourism e composta por um grupo de diretores escolhidos pelo Ministro além de um estafe executivo.

As formas de atuar deste organismo vão do suporte financeiro a artistas e organizações culturais irlandesas para apresentar e promover os trabalhos, internacionalmente; desenvolver novos mercados internacionais, participar de eventos internacionais e criar oportunidades através de workshops ou intercâmbios com organizações internacionais.

A abrangência da Culture Ireland é ampla e também está envolvida na construção de bom relacionamento com organizações relevantes nacionais e internacionais. Trabalhando em conjunto com o Ministério das Relações Exteriores auxilia na efetivação de rede cultural no exterior, faz a gerência e curadoria de programas culturais para o Ministério das Artes, entre outras atividades.

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 Dança irlandesa




Pés ágeis e muito ritmo

Extrema agilidade com os pés, muita energia e saltos quase acrobáticos caracterizam a dança irlandesa. Os passos ágeis e super ritmados fariam surgir, nos Estados Unidos, onde a influência irlandesa foi maciça, o sapateado moderno, que tanto encantou, nos filmes de Hollywood.

Dança irlandesaA origem dessa dança parece remontar ao tempo dos Druida, das Danças Circulares dos antigos povos Celtas que dançavam em rituais em honra ao sol e ao carvalho teriam sido os primeiros a praticar a dança celta e, traços das danças circulares estão presentes, ainda hoje, nas "Ring Dances". Ao que parece, as danças já eram muito apreciadas no final do século XV seja na versão Rinnce Fada ou Fading com duas filas de parceiros, olhando uma para a outra ou no Irish Hey (provavelmente em roda), jigs (emin grupo), Trenchmores ou a Dança de Espadas.

Conforme explica a professora Dora Smeke, a dança irlandesa "teve forte influência do padrão estético do Ballet Clássico e até hoje podemos ver claramente seus resquícios, principalmente no seu estilo Competitivo e Espetacular.

Ela ainda lembra que uma das mães do Sapateado Americano, a Dança Irlandesa ou Irish Step Dance, ficou mundialmente conhecida com os espetáculos Riverdance e Lord of the Dance. Pode ser dividida nas técnicas de hard shoe (sapateado) e soft shoe (com sapatilhas).

Além do estilo Competitivo e Espetacular, conforme explica a professora Dora Smeke, existem os estilos “Sean Nós” que do idioma gaélico significa “estilo antigo” e o Tradicional, ou “Traditional Step Dance” composto pelas “Set Dances”, seqüências de repertório tradicional.

A moderna Irish Dance surge com os Dance Masters por volta de 1750, que viajavam pelo país ensinando seu repertório e participando de competições. Há diversos níveis com passos mais complicados, chutes e saltos. É tradição cada escola de dança desenvolver seus próprios passos para usar nos diferentes estilos.

Links para quem quer saber mais sobre dança irlandesa:

http://riverdance01.googlepages.com/
http://pt.wikipedia.org/wiki/Lord_of_the_Dance




Dança IrlandesaQuem é Dora Smeke

Quando o Instituto Brasil-Irlanda havia apenas sido instalado, recebemos a visita de Dora Smeke, uma jovem apaixonada por dança irlandesa que desejava compartilhar conosco um pouco de sua paixão pela Irlanda que, no seu caso manifesta-se mais fortemente através da dança.

Ela estava de viagem marcada para a Irlanda, que iria visitar pela primeira vez e aprimorar-se em Dança e Musica Tradicional Irlandesa na Irlanda, na ”Irish World Academy of Music and Dance” (University of Limerick). Com justo orgulho conta quenessa experiência teve como mestres grandes nomes da Dança Irlandesa no mundo, como Catherine Foley, Orfhlaith Ni Bhriain, Mairéad O’Connor e Colin Dune - um dos maiores sapateadores irlandeses do mundo e um dos solistas do espetáculo Riverdance.

Dora, que em 1990 iniciou seus estudos em Dança no Conservatório Artístico Carlos Gomes de Campinas (SP) vem praticando desde muito jovem diversas modalidades de dança como o Ballet Clássico, Jazz, e Sapateado Americano, alem de outras formas artísticas como o Teatro e a Música. Seu primeiro contato com a Dança Irlandesa aconteceu em 1999, e em 2001 fez parte do início da formação de umas das primeiras Companhias do País; a Cia de Dança Irlandesa Banana Broadway em Campinas (SP), onde permaneceu até 2006.

Atualmente cursa Comunicação das Artes do Corpo na Puc-SP, e desenvolve uma pesquisa acadêmico-prática relacionando a Dança Irlandesa com a Dança Contemporânea e a Performance. Na Grande São Paulo já lecionou Dança Irlandesa no Ballet Ismael Guiser/Yoko Okada e na Walk Dance by Steps. Atualmente leciona na Academia Gisele Bellot.

Aqui alguns links para conhecer mais sobre o trabalho de Dora Smeke e dança irlandesa. Vale conferir.

aibellirishdance.multiply.com
dancairlandesa.multiply.com




Dança Irlandesa na Festa do Imigrante
Dança Irlandesa na Festa do ImigranteDança Irlandesa na Festa do Imigrante

A Irlanda foi representada, através de sua dança, na Festa do Imigrante, realizada anualmente pelo Memorial do Imigrante. A apresentação foi feita pela Phoccus Cia de Dança, de Sorocaba.

No memorial também já estão disponíveis depoimento feito por Peter O'Neill, vice presidente do Instituto, como imigrante irlandês para o Acervo de História Oral bem como documentos doados (Número de Index: 325.2415 067L) entre os quais cópia do livro "Links between Brazil & Ireland".

Dança Irlandesa na Festa do Imigrante
Memória da Irlanda

A Irlanda começa a fazer parte do Memorial do Imigrante, em São Paulo, através da doação de material sobre a presença de irlandeses no Brasil feita por Peter O’Neill.



Além disso, o Memorial do Imigrante está aberto a doações de material histórico – documentos, fotografias etc – de irlandeses que escolheram o Brasil para viver. Também pretende que membros da colônia irlandesa no Brasil participem de depoimentos gravados que servirão a futuros pesquisadores.



Para mais informações:

Elisandra Gasparim (Pesquisadora - História Oral)
Memorial do Imigrante, Rua Visconde de Pernaíba,
1316 Mooca (Metrô do Bresser), São Paulo, SP
Tel: (11) 8479 2299 ou (11) 2692 1866 ramal 212
Email: elisandra@memorialdoimigrante.org.br
Web: www.memorialdoimigrante.sp.gov.br







youtube
Dança irlandesa





   Irish dance by Cashel Dennehy!Dança irlandesa














25th World Irish Dance
Championship Ladies 17-19 years   
Dança irlandesa





   Bonecas Irlandesas MédiasDança irlandesa


www.Diddlyi.com

 IN ENGLISH   "www.Diddlyi.com permite que dançarinos irlandeses e escolas de todo o mundo compartilhem informações, encontrem outros dançarinos e promovam a cultura irlandesa"
RTE (Irish National Broadcaster)




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 Dublin Book Festival


A showcase of new and established Irish writing talent - running from 7 - 9 March

The Dublin Book Festival website is up and has a full list of events. It will be running from 7 - 9 March and will act as a showcase of new and established Irish writing talent.

Here are a few highlights from the three day (taken from David Maybury's blog at http://www.davidmaybury.ie/journal/). A complete itinary is at the official Dublin Book Festival site

Friday 7 March
> Author reading with emerging writers - Geraldine Creed, Alison Foster and David Maybury
> In Conversation: Anthony Cronin
> Author reading with Liam Ó Muirthile, Colm Breathnach, Deirdre Brennan and Cliodhna Cussen
> Up For Discussion: DeValera VS. Collins with Ryle Dwyer, Mary Banotti and Dr. Martin Mansergh TD, chaired by Eoin Purcell, Mercier Press

Saturday 8 March
>Treats for Kids with Tom McCaughren
>10th Birthday Celebration | International Board on Books for Young People (IBBY)
>Author reading with Eiléan Ní Chuilleanáin, Medbh McGuckian, Pat Boran and Joan Newmann

Sunday 9 March
>Author reading with Kevin Barry, Geraldine Mills and Mike McCormack

It should be an interesting weekend - so if you’re around drop in and have a read/listen to what ever is going on.


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 The Dublin Writers Museum


The Dublin Writers Museum

 IN ENGLISH   A tradição literária da Irlanda é uma das mais ilustres do mundo - com quatro Prémios Nobel - esta resumida neste museu, no centro de Dublin. Ali estâo reunidos, de forma didática e cronológica, os principais autores irlandeses de todos os tempos. A visita é guiada por sistema de áudio. Aberto de segunda a sábado.

EM INGLÊS ...

The Dublin Writers Museum

The Irish literary tradition is one of the most illustrious in the world, famous for four Nobel Prize winners and for many other writers of international renown.

In 1991, the Dublin Writers Museum was opened to house a history and celebration of literary Dublin. Situated in a magnificent 18th century mansion in the north city centre, the collection features the lives and works of Dublin's literary celebrities over the past three hundred years. Swift and Sheridan, Shaw and Wilde, Yeats, Joyce and Beckett are among those presented through their books, letters, portraits and personal items. The museum holds exhibitions and readings and has a special room devoted to children's literature.

The Dublin Writers Museum is an essential visit for anyone who wants to discover, explore or simply enjoy Dublin's immense literary heritage.

Opening Times:
January-December inclusive:
Monday-Saturday: 10am-5pm
Last admission 4.15pm
Sunday and Public Holidays: 11am-5pm
Late opening June, July & August: Monday-Friday: 10am-6pm
Last admission 5.15pm

Facilities:
Tours available in French, German, Italian, Spanish and Japanese.
Book Shop, Coffee Shop and restaurant.
Banqueting and conference facilities available.

How to Get There:
By foot: 5 minutes walk from O'Connell Street.
By train: 15 minutes walk from DART Connolly Station.
By bus: 10, 11, 11B, 13, 13A, 16, 16A, 19, 19A.

Email: writers@dublintourism.ie
Web: http://www.visitdublin.com

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 The James Joyce Centre


James Joyce

 IN ENGLISH   O mais festejado de tantos autores irlandeses tem espaço exclusivo nesta casa onde podem ser vista réplica do apartamento onde ele viveu, no Exterior, vídeos sobre "Ulysses", sua obra prima.

Nos outros andares, informações sobre sua vida e obra literária. A partir dali também é possível fazer tours caminhando pela cidade na Dublin de Joyce.

EM INGLÊS ...

The James Joyce Centre

No. 35 North Great George’s Street was built in 1784 for Valentine Brown, the Earl of Kenmare, and is decorated with fine plasterwork by Michael Stapleton. The house was restored in the 1980s and opened as the James Joyce Centre in 1996, run by members of Joyce’s sister’s family.

The Guinness Library
The Library contains many translations of Joyce’s works, volumes about Joyce and his work, and other books of interest to Joyceans. Visitors are welcome to browse the shelves, and to sit and read.

The Kenmare Room
This room is used for lectures and functions and has a small display of reproductions of Joyce family portraits.

Exhibitions
The Centre's permanent and temporary exhibitions interpret and illuminate various aspects of Joyce's life and work. The Joyce Centre is the new home to highlights from the National Library’s 2004-2006 landmark James Joyce & Ulysses exhibition. Through interactive installations and three films, you may delve into the novel, its historical backdrop, its publishing controversies and learn more about Joyce's life.

The Centre also hosts International Joyce, an exhibition originally organised by the Cultural Division of the Department of Foreign Affairs of Ireland. This panel-based exhibition provides a wonderful introduction to the life and works of James Joyce as well as his legacy. Highlights of our permanent displays include furniture from the apartment of Paul Léon, Joyce’s friend and advisor, and the original front-door to No. 7 Eccles Street, Leopold Bloom’s home in Ulysses.

The James Joyce CentreWalking Tours
Our walking tours of Joycean locations in Dublin are available every Saturday at 11am and 2pm, and by advanced booking on Tuesdays and Thursdays at 11am and 2pm (with at least four people in attendance).

Adult €10 Senior/Student €8
Specialist tours and group rates available.
For bookings, contact info@jamesjoyce.ie

Lectures, Reading Groups and Workshops
The Centre hosts a series of talks and discussions of Joyce's works. Please see the 'Special Events' page of our website for the most current information.

Café Ulysses
Located in the Maginni Room on the ground floor of the Centre, the Café serves teas, coffee, cakes, salads and sandwiches. The Room was the location of Prof Denis J. Maginni’s Dance Academy. A colourful Dublin character, Maginni appears in Joyce’s Ulysses. Menus and flyers for Café Ulysses are available on our website.

The Bookshop
Here you can purchase various editions of Joyce's works including some hard-to-find editions, critical studies, and biographies. We also have posters, mugs, films, t-shirts, umbrellas and postcards. Some of these items are available for purchase through our website.

Open Tuesday to Saturday 10.00 to 17.00
Admission: Adults, euro 5; Senior/Student, euro 4; Tours and group rates available

NOTICE: The Centre will be closed on 24 February 2007. No house tours or walking tours will be offered that day.

Contact Information
Name: The James Joyce Centre
Address:35 North Great George’s Street, Dublin 1, Ireland
Email: info@jamesjoyce.ie
Web: http://www.jamesjoyce.ie
Tel. +353 1 878 8547
Fax. +353 1 878 8488


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 Literatura

Para um pequeno país, na fronteira oeste da Europa, a Irlanda desempenhou um importante papel gigante na literatura mundial. Celeiro de gênios da escrita, vem fornecendo autores consagrados, geração após geração. Há quem explique este fenômeno com o fato de, durante a Idade Média, a Irlanda ter conservado a luz do conhecimento através de seus monges, que produziram o 'Livro de Kells', trabalho de extraordinária beleza.

Verdade é que, ao longo dos anos a Irlanda vem oferecendo ao mundo obras primas de autores como James Joyce, que muitos consideram o maior romancistas do mundo e W.B.Yeats, o maior poeta desde Shakespeare.




 Samuel Beckett (1906-1989)

'Esperando Godot', parte de uma trilogiade romances é, provavelmente a obra mais conhecidas de Becket, no Brasil. Depois de estudar francês e italiano no Trinity College de Dublin, Beckett foi professor em Paris, conheceu James Joyce, regressou à Irlanda em 1931, passou por Londres e pela Alemanha, voltou a Paris e, durante a guerra, fez parte da Resistência. Escreveu em francês e inglês e em 1969 recebeu o Prêmio Nobel.

http://www.tvcultura.com.br/entrelinhas/colaboradores.asp?colabresenhaid=18
http://www.teatrobrasileiro.com.br/material/beckett.htm
http://www.nobelprizes.com/nobel/literature/1969a.html
samuel-beckett.net
www.brainyquote.com/quotes/authors/s/samuel_beckett.html

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 James Joyce (1882-1941)

Famoso por considerar impossível viver num país que ele considerava de mentalidade apoucada, Joyce nunca tirou Dublin da sua imaginação. Diz-se que é possível reconstruir Dublin do início dos século XX só com as narrativas da cidade feitas em 'Ulysses'. Ainda hoje, na Irlanda como em muitas partes do mundo é celebrado o Bloomsday, no dia 16 de junho, como uma repetição do dia vivido pelo personagem criado por Joyce.

The James Joyce Centre
The Brazen Head


Nos passos de James Joyce - Todas as quartas feiras tour percorre a Dublin de James Joyce. Inclui: palestra, passagem de DART fare e ingresso no James Joyce Museum, Sandycove.

Time: Every Wednesday afternoon at 14.00 hrs
Place: Harcourt Business School, 11 Harcourt Street, Dublin 2

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 George Bernard Shaw (1856-1950)

Escritor, jornalista e dramaturgo, sua obra ainda está presente em palcos de todo o mundo como em 'My Fair Lady', inspirada no texto 'Pygmalion', de 1913. Satírico, irreverente Sua atividade literária, em especial a produção teatral, foi uma seqüência de sucessos; destacou-se também na crítica literário, teatral e musical, na defesa do socialismo, criação de panfletos, ensaios sobre assuntos políticos, econômicos e sociais.

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 Oscar Wilde (1854-1900)

A sagacidade e a perspicácia em definir sentimentos humanos é uma das magníficas características da obra de Oscar Wilde que viveu no ápice da Era Vitoriana. Escreveu poemas e inúmeras peças teatrais e um único romance: 'O Retrato de Dorian Gray'. Entre suas obras, estão: 'Ravenna', 'Poems', 'The Happy Prince' and 'Other Tales', 'The Decay of Lying', 'Lord Arthur Savile's Crime and Other Stories', 'Intentions'; 'Salome, 'A Woman of No Importance', 'An Ideal Husband', 'The Importance of Being Earnest'.

http://www.cmgworldwide.com/historic/wilde/quotes.htm
http://pt.wikiquote.org/wiki/Oscar_Wilde

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 WB Yeates

Além de poeta, Yeates foi também autor teatral e fundador do Abbey Theatre, liderando o renascer da literatura irlandesa e também senador. Forte defensor da autonomia irlandesa Yeates logo percebeu o impacto causado pelo Easter Rising na imigração irlandesa.

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 Anne Enright (1962-)

Autora de romances e contos, Enright publicou sua primeira coletânea, 'The Portable Virgin', em 1991 e seu segundo romance, 'What Are You Like'? venceu o prêmio Encore. Seu mais recente livro, 'The Gathering', mereceu o Man Book Award de 2007, com muitos elogios da crítica sobre este romance de relações familiares vividas na Inglaterra e Irlanda.

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 The Book of Kells (800 AD)

Ricamente ornamentado e ilustrado, o 'Livro de Kells' é um manuscrito produzido por monges celtas e foi descrito como a perfeição em caligrafia e iluminismo. Contém os quatro evangelhos da Bíblia com muitas ilustrações coloridas. Está em permanente exposição na biblioteca do Trinity College, em Dublin.

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 John Milington Synge (1871-1909)

'The Playboy of the Western World', encenada várias vezes no Brasil como 'O Prodígio do Mundo Ocidental', é considerada a obra prima de teatro de Synge, que se notabilizou por sua breve carreira iniciada em 1903 com 'In the Shadow of the Glen' was produced, e encerrada em 1909, quando morreu, deixando seis peças. Descoberto por Yeates, em Paris, que logo reconheceu seu gênio e o convenceu a voltar à Irlanda e a escrever sobre temas de su país.

http://www.theatrehistory.com/irish/synge001.html

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 Jonathan Swift (1667-1745)

'As Viagens de Gulliver' é uma de suas mais famosas obras. Filho de pais ingleses ele inclusive advogou no movimento pela extinção da língua irlandesa mas também foi o homem que fortemente deu apoio à independência constitucional e legislativa da Irlanda.

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 Brendan Behan (1923-1964)

Famoso por sua visão política, ativista pela República, nascido nos cortiços de Dublin, Behan passou a maior parte do tempo entre 1939 e 1946 em prisões inglesas e irlandesas por razões políticas, no entanto, sua escrita é viva, cheia de humor.

De sua experiência em prisões escreveu 'Borstal Boy' (1958) e 'The Quare Fellow'; entre suas obras ainda estão 'The Big House' (1957) e 'The Hostage' (1958), escrita em gaélico com o título de 'An Giall', aclamada em Londres Paris e Nova York.

http://www.kirjasto.sci.fi/behan.htm
http://www.brainyquote.com/quotes/authors/b/brendan_behan.html

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 Marian Keys (1963-)

Desde seu primeiro romance, 'Watermelons', publicado em 1995, já foram publicados outros sete que venderam mais de 10 milhões de exemplares. Apesar do apelo popular, ela é considerada uma autora capaz de combinar escrita acessível e inteligente.

Mal acabou de ser lançado e This Charming Man, o último romance de Marian Keys, ainda não publicado no Brasil, já está entre os 10 livros mais vendidos, na Irlanda, Austrália e Reino Unido.

Marian Keys é uma jovem autora irlandesa de tantos best sellers, editados em cerca 29 países, como Watermelon, Lucy Sullivan is Getting Married, Rachel's Holiday, Last Chance Saloon, Sushi for Beginners, Angels, The Other Side of the Story e Anybody Out There. Neste novo romance a trama envolve quatro mulheres, um político charmoso e um segredo.

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 John Banville (1945-)

Em 2005, quando venceu o Man Brooker, por seu romance 'The Sea' muitos acharam que a obra não teria boas vendas. O livro, no entato, já vendeu mais de 180 mil cópias. Romancista moderno, Banviolle é adepto da arte em seu mais alto conceito e recentemente publicou um livro de suspense sob o pseudônimo de Benjamin Black.

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 Maeve Binch (1940-)

Autora muito popular por seus romances e contos, Binch vendeu milhões de livros em todo o mundo. Seus romances mostram a moderna Irlanda e especialmente o mundo feminino.Muitas vezes tem sido chamada de 'The Queen of Click Lit' pelo poder de longevidade de suas histórias.

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 Eoin Colfer (1965-)

Inicialmente professor, em Wexford, a primeira obra de Colfer, 'Ártemis Fowl' foi publicado em 2001 e agora já são cinco livros desta série. Seu sucesso tem sido tão grande que ele já é um dos autores irlandeses mais conhecidos no mundo. 'Ártemis Fowl', seu personagem de 12 anos vive num mundo de ficção científica povoado por fadas Hi Tech.

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 Roddy Doyle (1958-)

Doyle, que foi professor, no norte de Dublin, passou da bem humorada composição de histórias da classe trabalhadora de Dublin, em Barrytown Trilogy para romances mais ambiciosos, com aspirações épicas. O mais famoso de seus romances é 'Paddy Clark Há Há Há', vencedor do prêmio Booker em 1993, Seu romance 'The Commitments' foi filmado por Alan Parker.

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 Paul Durcan (1944-)

Um escritor sério com senso de humor ele ganhou reputação pelo inesperado de sua obra e títulos como 'Irish Hierarchy Bans Colour Photography' e 'A Snail in My Prime'. Seu livro 'Daddy Daddy', publicado em 1990 o Prêmio Whitbread de Poesia. Em 2007 publicou 'Laughter of Mothers'.

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 Oliver Goldsmith (1728-1792)

Com estilo pessoal cheio de ironia e malícia este escritor irlandês, nascido em Kilkenny, começou a escrever quando foi viver em Londres depois de formado no Trinity College e de uma temporada em que viveu na Escócia e de uma longa viagem pela Holanda, França e Itália. Publicou no 'The Public Ledger' (1760-1761), uma série de ensaios famosos sobre os costumes ingleses, reunidos posteriormente sob o título de 'The Citizen of the World' (1762).

Publicou 'The Vicar of Wakefield' (1766), um dos mais famosos romances da literatura inglesa, que lhe o prestígio definitivo. São dele ainda as comédias como 'The Good Natur'd Man' (1768) e 'She Stoops to Conquer' (1773), e o longo poema 'The Deserted Village' (1770).

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 Seamus Heaney (1939-)

Desde a publicação de sua primeira coletânea, 'Death of a Naturalist', em 1966, ele exerceu um importante papel no desenvolvimento da poesia irlandesa. Tornou-se um jarg~]ao seu verso em que expressa o desejo que "esperança rime com história ("...hope and history rhyme"). Venceu o Prêmio Nobel de Literatura em 1995 dando, pela primeira vez, depois de Yeats notoriedade internacional à poesia irlandesa.

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 Patrick Kavanagh (1904-1967)

Autor de inúmeras coletâneas de poemas e de uma autobiografia, Kavnagh se opôs a idéias populares de separatismo cultural irlandês declarando que "cultura é algo que foi". Autor de 'The Great Hunger' (1942) e da autobrigrafia 'Tarry Flynn'(1948) que ficou famosa como peça teatral. Sua canção 'Raglan Road' ficou famosa cantada por Van Morrison, Sinnead O'Connor e Luke Kelly.

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 John McGahern (1934-2006)

Romancista, autor de peças teatrais e contos, McGahern sempre mostrou-se comprometido com a verdade e pagou um alto preço por isso quando seu romance 'The Dark', de 1065, foiu banido pela Censura tendo ainda como conseqüência a perda de seu emprego como professor. Viveu no exterior por um período e voltou à Irlanda onde viveu em Mohill onde produziu sua obra de maior sucesso, 'Amongst Women', de 1990.

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 Edna O'Brien (1930-)

Considrada uma das mais importantes escritoras irlandesas do século XX, foi descrita por Philip Roth como "a mais dotadas das mulheres que escrevem em inglês". Seus três primeiros romances publicados no início dos anos 60 foram banidos pela Censura. Ela viajou muito, publicou coleções de contos e romances e viveu, desde 1959, principalmente em Londres. Recebeu da UCD a Ulysses Medal e nomeada Mestre Adjunta em Creative Writing.

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 Flann O'Brien (1911-1966)

Sob os pseudônimos de Myles na Copaleen e Brian O'Nolan ele escrivia enquanto também era funcionário público. Foi talvez o mais satírico dos escritores irlandeses muito lembrado por sua engraçada coluna no The Times.

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 Sean O'Casey (1880-1964)

Os cortiços de Dublin, onde nasceu, foram temas de três de suas peças: 'The Shadow of Gunman', 'Juno and the Paycock' e 'The Plough and the Stars'. Idealista, proclamou sua "fé" nos ideais socialistas e na cruzada pela classe trabalhadora irlandesa.

Depois de auto exilar-se da Irlanda escreveu seis volumes autobiográficos, 'I Knock at the Door', 'Pictures in the Hallway', 'Drums Under the Window', 'Inishfallen Fare Thee Well', 'Rose and Crown, e 'Sunset and Evening Star'.

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 Frank O'Connor (1903-1966)

Considerado o mais famoso contista irlandês, desde sua primeira coleção, 'Guests of the Nation', ele desenvolveu um estilo peculiar e incisivo com o qual descreve a complexidade dos relacionamentos humanos abaixo das aparências. Deu aulas nos Estados Unidos e publicou contos no The New Yorker, tendo voltado à Irlanda em 1960 onde gozou da admiração da nova geração de escritores.

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 Colm Tóibin (1955-)

Jornalista e também romancista, ensaísta e contista. Seu primeiro romance, 'The South', foi publicado em 1990 mas ficou conhecido internacionalmente por seu romance 'The Master', publicado em 2004 e que faz uma meditação sobre a vida de Harry James. Esta obra venceu o prêmio IMPAC, em Dublin, foi o romance do ano pelo Los Angeles Times e recebeu o Prix du Meilleur Livre Étranger, na França.

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 William Trevor (1928-)

Um dos mais prolíficos escritores irlandeses, Trevor escreve romances e contos tendo publicado mais de 40 romances. Apesar de ter vivido no Reino Unido por muitos anos, seus ele usa temas e personagens irlandeses.


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 MúsicaComo os brasileiros, os irlandeses adoram música



Integrante da banda Merrow, Marcos Reis, além de tocar o bodrhán também fabrica seu próprio instrumento. O Bodhrán
Parece que este instrumento de percussão, uma espécie de pandeiro ou pequeno tambor data de pelo menos 8 mil anos. Provavelmente ele derivou de uma espécie de bandeja usada para descascar os grãos de cereais. O ritmado ato de bater e chacoalhar para separar a casca do grão pode ter dado origem ao ritmo irlandês.

Integrante da banda Merrow, Marcos Reis, além de tocar o bodrhán também fabrica seu próprio instrumento. O interesse por esta forma artesanal começou quando estudou a técnica de tambores com índios Sioux, nos Estados Unidos. De volta ao Brasil, combinou a paixão pela cultura celta com a arte dos tambores e acabou por aprender a técnica de fazer o verdadeiro bodhrán. Além disso também ensina esta arte a pessoas ou grupos interessados.



 Música Celta
O termo música celta refere-se aos estilos populares da Irlanda, encontrados também na, Escócia, País de Gales e Bretanha, que usavam as formas tradicionais de danças e os improvisos dos trovadores. O ritmo é vigoroso, especialmente nas danças e os instrumentos mais utilizados são as flautas e as rabecas, espécie de violino, além de cantarem no idioma gaélico.

Foi nos anos 60, com o Movimento Nacional Irlandês, que o universo "celta" popularizou-se, especialmente nos Estados Unidos. Entrou para o universo pop nas décadas de 60, 70 e 80 e, nos anos 1990, explodiu nas paradas mundiais com o New Age e artistas como Enya.

A música folclórica irlandesa conservou fortes traços da música barroca, onde a "música celta" tem as suas verdadeiras raízes. E através desta herança rica e ímpar, a Irlanda lega ao mundo esplendorosas sonoridades, todas com um estilo único e incomparável.

Além da flauta, violino, harpa e concertina ainda existe um importante instrumento de percussão pouco conhecido, chamado bodhrán (acima mencionado).

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 Celta brasileiros
A paixão pela música e arte celtas faz surgir, constantemente, novos e promissores artistas brasileiros dedicados a esse gênero musical. Este espaço é dedicado à sua divulgação.

Braia

"Recebi, há poucos dias, um telefonema de um jovem que se apresentava apenas como Bruno e queria visitar a sede do Instituto Brasil-Irlanda. Com um sorriso largo, cabelos compridos presos num rabo e um jeito muito especial de se comunicar ele foi logo dizendo:

“Pra dizer a verdade, nem sei porque vim. Queria conversar, falar da Irlanda, do meu trabalho.”

Bom, ele, um mineiro de Varginha, é um daqueles tantos jovens brasileiros absolutamente apaixonados pela Irlanda, pela sua música, pela cultura celta. Falamos sobre os seus projetos musicais, sobre seu desejo de, novamente, se apresentar na Irlanda.

Conversa vai, conversa vem, ele me falou do novo disco que escutei mais tarde e, confesso, fiquei absolutamente impressionada com a beleza do trabalho, da sua proposta que combina a música irlandesa e chorinho, elementos da musicalidade brasileira e celta.

Recomendo que visitem o site deste jovem e criativo artista brasileiro www.braia.com.br bem como www.myspace.com/braiamusic para ouvir um pouco do seu trabalho".

Maria Alice Ancona Lopez
3/3/2008.

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 Celtic Woman
Com mais de 2 milhões de discos vendidos, 2 discos de platina, inúmeros fãs no Brasil, o grupo irlandês Celtic Woman apresenta belíssimas vozes e um repertório capaz de agradar a um amplo espectro de ouvintes. Ex-integrante do grupo, Méav, agora em carreira solo.

www.celticwoman.com/
http://celticwomanfan.googlepages.com/
http://meav.brazilianfansite.googlepages.com/home



 The Corrs
Fenômeno musical da Irlanda, esses quatro irmãos, filhos de um casaal de músicos, fizeram sua primeira aparição em 1994 e desde então vêm acumulando sucesso internacional. A música do grupo tem harmonias tipicamente irlandesas, com uso de instrumentos tradicionais como a flauta, o bolhran ao lado de guitarra elétrica, teclado e bateria, o que lhes confere um som absolutamente especial.

http://br.geocities.com/mundothecorrs/biografia

http://www.corrsonline.hpg.ig.com.br/bio_andrea.html

IV Encontro de fãs do The Corrs

Mais uma vez, os fãs do The Corrs vão se reunir para tocar, falar, trocar idéias sobre a paixão em comum por este grupo musical irlandês. Velhos e novos amigos serão bem-vindos.

Anotem:
IV ENCONTRO DE FÃS DE THE CORRS
DIA 07/12/2008 às 14:00 hs
Parque do Ibirapuera, São Paulo, SP - em frente ao Planetário

Comunidade: www.orkut.com.br
Fãs dos Corrs
Fãs dos Corrs

A paixão pela música dos Corrs faz com que esses jovens se encontrem, no Parque do Ibirapuera, em São Paulo, para tocar e conversar sobre música irlandesa.



 The Cranberries
Este grupo surgiu em Limerick em 1990 e sua cantora, Dolores O'Riordan logo alcançou sucesso internacional e é freqüentemente comparada a Sinead O'Connors, por sua qualidade vocal.

http://www.cranberries.com/

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 The Dubliners
Adotando o estilo folk, este grupo batizado com o nome do livro de Jaymes Joyce, surgiu em Dublin, em 1967 e vem acumulando sucessos com suas baladas. Usando violão, banjo e violino.

http://en.wikipedia.org/wiki/The_Dubliners

http://www.geocities.com/toeye/dubliners/


 Gaita irlandesa
As chamadas Ullian Pipes é a evolução das gaitas de fole com a diferença que o músico não precisa soprar dentro dela. O som é produzido por seu abrir e fechar feito pelo cotovelo, o que explica seu nome já que uille significa cotovelo em gaélico. Essas gaitas eram fundamentais na música do século XIX e hoje aparecem em grupos dedicados à música tradicional irlandesa como os The Chieftains e Dave Spillane. Séamus Ennis, que aprendeu com seu pai a arte de tocar Ulliann Piper tornou-se um dos famosos intérpretes deste instrumento, morto em 1982.

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 Rory Gallagher
Seu sucesso como instrumentista de rock blues o levou a tocar com Jerry Lee Lewis e os Rolling Stones. Morreu tragicamente jovem e sua música continua sendo uma das mais importantes do rock blue internacional.

http://www.rorygallagher.com/news.htm


 A Harpa
Nas cortes gaélicas e também nos lares, a harpa gaélica era tocada desde o século X até o início de 1800. Feita de um único pedaço de uma árvore chamada willow, com cordas de metal ou até mesmo prata e ouro, esta harpa tem um som característico bastante apreciado e relatado pelos primeiros escritores irlandeses.

A Irlanda é o único país que tem como símbolo nacional, um instrumento musical.


 Phyl LynottInglês + guitarra, teclado, bateria e vocal - em DUBLIN, IRLANDA

Sua banda, Thin Lizzy foi o primeiro grupo irlandês a ganhar notoriedade internacional. O primeiro single, Whiskey in the Jar abriu o caminho do sucesso para este músico filho de mãe irlandesa e pai brasileiro, com o qual nunca conviveu. Consumido pelas drogas, morreu aos 36 anos.

http://en.wikipedia.org/wiki/Phil_Lynott

http://www.angelfire.com/nj/thinlizzy/bio.html

http://www.nolifetilmetal.com/phillynott.htm

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 Van Morrison
O trabalho de Van Morrison tem siido descrito como o encontro dos blues americanos com a musicalidade irlandesa. Ele misturou muitos estilos para criar seu som único que tem características irlandesas misturadas a influências internacionais. Seu álbum Astral Weeks, de 1963 é considerado um dos mais importantes da história do rock.

http://pt.wikipedia.org/wiki/Van_Morrison

http://z001.ig.com.br/ig/18/46/935086/blig/revoluttion/2006_50.html

http://yahoo.imusica.com.br/artista.aspx?id=5947



 U2
Trinta anos de carreira (eles começaram em Dublin em 1976) o U2 já acumula 170 de álbuns vendidos e o respeito internacional não apenas pela música mas também pelo posicionamento social e político do grupo. Muitos afirmam que a confiança dos irlandeses da nova geração muito se deve a esse grupo e em especial a Bono Vox, que souberam se afirmar como legítimos irlandeses.

http://www.threechordsandthetruth.net/u2bios/

http://www.atu2.com/band/bono/

http://pt.noomus.com/music/U2/

http://www.macphisto.net/theband/biography/band.html

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James Concagh - CV download. Artes

James Concagh

James Concagh estudou no Chelsea School of Art, Londres de 1979-1980 e no National College of Art, Dublin 1980-1984. Ganhou várias bolsas incluindo The Living Arts Council Grant da Irlanda, realizando cinco exposiçôes pelo pais com o grupo 688. Radicado no Brasil desde 1986 o Concagh já expõs no Paço das Artes, Centro Cultural Vergueiro, SESI Paulista, Maria Antonia entre outros. Desde 1985 o artista se dedica mais a pintura. O artista é representado pela Galerias Valu Oria e Juliana Benfatti.
Exposiçâo ´Rastro´ - James Concagh
   Exposiçâo ´Rastro´ - James Concagh



O texto seguinte foi incluido no folder da exposiçâo "Rastro" que o artista fêz no Hyatt em 2005


James é um artista em diálogo com a cidade de São Paulo. Como todos os paulistanos, ele também mantém uma relação ambígua de fascinação e antagonismo com a metrópole.

O cotidiano é, para ele, uma oportunidade de pesquisa, uma chance de ir a campo e realizar um estudo de caso plástico – onde o objeto é a peculiar precariedade desta metrópole. Como pintor, ele está atento não só às superfícies e texturas que se oferecem na infinidade de remendos, caiações e camadas de cal, mas também aos quase-textos que se esparramam pelas paredes.    --> Mais (EM INGLÊS)

(Gavin Adams)
James Concagh - CV download
     Título: Rafia II - 2008




James Concagh - portfolio download
    Título: Eco 1U17 (XIX) - 2006




(Fotos por Ian Macdonald)



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 James Concagh

An artist in touch with urban São Paulo

James is an artist in dialogue with the city of São Paulo. As with all paulistanos, he maintains an ambiguous relationship of fascination and antagonism with the city. Daily life is, for him, a research opportunity, a chance to go to field and carry out an art case study – where the object is the peculiar precariousness of this metropolis. As a painter, he is aware not only of the surfaces and textures on offer in the infinite square metres of concrete, but also in the near-texts that sprawls all over on the walls.

Whitewashing is a traditional activity in inland Brazil and in many other cultures. This process can offer a key to James Concagh's work. Whitewash was very common before the advent of industrial paint: every year houses would receive a lick of lime mixed with water. The preparation and application rituals involved many phases akin to the act of painting the canvas: the slow mixing of lime and water, the brushing onto the walls with large gestures, the dripping, the thick layer obtained as the end-product, something between bread crust and custard skin. The function of lime is both decorative and aseptic, as it keeps insects away. The shelf life of a layer of whitewash is short – usually one year or one season cycle. At the appropriate time the houses are again painted, and the new layer cancels out the previous ones – until they re-emerge as one due to wear. Intensely white on application, whitewash withers and crackles with the passing of time. Whitewash, in the Brazilian urban context, is like sulpha sprinkled on the city's wounds and living flesh.

Perhaps this is a good summary of James' work process, represented by some of his recent works (Figs. 3, and 4). In this body of work, one can detect a few parallels with whitewashing: the mixing of powder to water, the application by means of thick wet brushstrokes or the crusty layers that end up covering the canvas or cloth. These processes are underlined by the use of building materials (such as rubble sacks). Thus, his painting can be seen as protection to the abode of memory, with cumulative renovation and a repeating ritual of addition and erasure.

Thus, what is recorded of city life in the paintings is scraping, the patch ups, the peeling offs, partial recovery, deterioration, crackling, sedimentation, disturbance... the layers now unrecognisable in a labyrinth. The tropical sun can bring life to colours, but it also makes them whither, it scorches the stone, causes the rock to crack... in short, the sun dries wounds up.

São Paulo can be likened to a picture-making machine. On its out-of-control surfaces – walls, blind building sides, pavements and tarmac – a infinity of forms and textures are fabricated daily, as if countless Rothkos or Newmans – or even Pollocks – materialised spontaneously on the city's skin, sufficing to the artist to collect and record them. James Concagh, if it is valid to make him part of this little fantasy, would have an eye for São Paulo in its Sol le Witt incarnation. Beyond pure textures, James is interested in the writing and in the more intensely human marks of the graffiti and the scribble.


Graphic marks

A more sharply urban aspect of James' work is the graphic marks. The graffiti and tags that cover the city find expression in his work, appearing as nearly legible scribbles, also in layers, also continually scraped, covered up and re-inscribed. On the limit between legibility and abstract form, the graphic marks are presented as one additional riddle for the archaeologist of the present to muse about.

São Paulo tramples on any attempt of beautification or sentimental evocation, as attested by the many 'homages' paid to the city in 2004, by occasion of its 450th anniversary, which were all forgotten and made obsolete the moment they were uttered. What interests James is to read the city's layers in their schizophrenic relationship, to make notes on the contradictions and imbrications of the urban stage. This is done in aesthetic terms, as he is an artist, but importantly the focus is on the lived surface. To collect textures is not enough for him: he seeks to operate a topography of erasure, a kind of mapping encompassing simultaneously the panoramic and the aerial view, building and demolition, labour and waste.

James Concagh does not write texts, nor works with the word as such. It is more correct to say he works with language as graphic mark. The graphic marks that cover the city present themselves in various ways, from the dubious public commission murals of the city's tunnels to the somewhat desperate scribbles on building site walls or the buses' seats. What for some are illegible messages from the social ocean that surrounds them, for James, the almost-text could be likened not only to the more predictable biblical Belshazzar's feast –where the 'writing on the wall' appears as a divine warning before the dumbfounded guests. The scattered writing recalls the young Anchieta, a 1500s Portuguese Jesuit sent over to Brazil to convert the native populations and smooth the way to the European presence. On the same black sand that James has used for some of his paintings, Anchieta wrote poems in Latin for the Virgin Mary, by the sea. Sand, mud and lime are materials which the artist uses, and equally ponders on the fate of text written on such unstable support that is beach sand. As a Brazilian popular song goes, in the voice of Amazonian singer Nazaré Pereira: "On the sand of the beach, I wrote your name: a wicked wave rolled over, erased your name and I forgot you 1."

In the work of James Concagh, the sea appears as urban tides and waves, the waves of workers crossing the city every day, the violence waves, the ebb and tide of rubbish, dust, heavy metals in the air. The city, as his work, is a living process of self-eating, of instability and of a not completely resolved darkness. The city is in full process of disappearance, giving way to an amorphous and unmappable conurbation. Is a topography of flux possible?

So James fixes nought to his own darkness. But in the process he keeps a kind of diary or record of the wear and tear, of erasure and the brushing over, of re-inscription. Under this light, it is possible to see Anchieta and his colonisation process as the primal sources for the later flourishing of unreconcilable social layers and the vast pouring of blood on the sand and on the plateau, as well as the origin of the truncated text that writes the history of Brazil, written on the unstable black mud of the seashore.

The close relationship that the artist establishes with the city is possible only on foot. In a crucial choice, James took not to drive a car in the city. São Paulo pavements only unveil themselves to the pedestrian. Only prolonged observation allows for some kind of reasonable knowledge about the moving tectonic crusts that are the city's sidewalks. This is the only way of changing the aggressive assaults of the city into research material. Maybe the a likely incarnation of a latter-day flaneur in São Paulo is that of the public transport passenger. In the course of chugging along in bus journeys and their very long itineraries, with countless stops and varied panoramas, the carbon monoxide high and the state of half sleep propitiates the bus passenger free hands and an enhanced observation alertness to engage the cityscape.

The seduction of pure texture or the embellishing of the 'popular' is a temptation of which James is aware. This would include heroicising poverty, aesthetise it and cover the scars up. Somehow it is important to James to devolve to the artwork the immediate urgency of the 'found text' of the streets, the human marks and the man-made textures. In short, include by absence the social and urban dimension, in the form of abstract traces of a real people in the labour of living.


Displacement

What has an Irishman to say to about São Paulo? Why bring the attention of the Brazilian public to the work of a foreign artist? Is there any meaning in throwing in the national variable?

It is tempting to start with similarities between Ireland and Brazil: both were distant outposts of colonial empires, both fruit of the Roman Catholic drive to convert all peoples on Earth... But differences are equally deep, the tenacious preservation of the native language in Ireland, lost in Brazil, to name but one.

Perhaps James feels at home in a city defined by displacement. The artist, originally from a country with a tradition of immigration - until very recently Ireland exported working hands to enterprises world-wide – seems to have participated in the contemporary international displacement circuits. His mother kept a guesthouse at home. This way, early in life James has shared his days with people from other lands, some of which were his childhood friends.

He has also been in some traditional Northern European displacement circuits. Like the young Goethe, he experimented as an eager artist the epiphany of Mediterranean light in Italy. He was also one of the many Irish workers in London.

A wider range of displacements, however, brought him to Brazil. Here, there were many visit circuits for him to pick from: the circuits of the tourist, the resident-in-foreign-currency, and the resident in local terms. The two former circuits are very much alike, where one basically spends and lives off foreign currency, staying over as long as the budget and exchange rates allow. The third circuit is certainly the hardest, but the more revealing. For it is in the daily grind for survival that one can really get to know a country beyond the postcard.

James picked the third circuit. On avoiding the Airport-Jardins-Airport itinerary, the artist was able to experiment the city in a manner different from many of his local fellow-artists: from the periphery inwards. A large slice of his work involves diving into the city, cutting through as much as possible of its spectrum, or at least seeking to play side B as well as side A.

In the daily struggle for survival in a Third World metropolis, James deployed resources he had already rehearsed before do as to dialogue with São Paulo. For instance his 'tour' of Dublin in 1982, when he drove through the city with his Fiat-cum-art gallery, "bringing art to the people". This may have been th first step towards forming a vocabulary with which to communicate with a cityscape. But he was also challenged in unexpected ways by São Paulo, such as when confronted by a different type of body language from the ones he had been used to describing up to then – with the Coldstream Method (London analytical method of drawing). The sheer variety of disarming (and alarming) scenarios he lived in during his long and erratic pilgrimage that ranged from distant neighbourhoods such as of Educandário to the very peculiar São Paulo Centro, in contrast with the elegant suburbs of Granja Vianna.

As I see it, the work of James Concagh derives from a personal attitude before life and before the city, which has placed him firmly in a position to repeatedly devolve to his public acute insights about the city where they live. His complete integration with urban life in São Paulo and his simultaneous outsider point of view, allow James to report valuable occuring aspects of this peculiar transformation of a city manifesting itself into a sprawling void.

1 "Na areia lá da praia, teu nome eu escrevi: veio uma onda malvada, apagou o teu nome e eu te esqueci."

Gavin Adams

(Gavin Adams is a practicing artist and has a Ph.D. in Arts (USP). Exhibitions include countries like Great Britain, Japan and Brazil. Has lived in London for 10 years, where he graduated and obtained an M.A. in Fine Arts (Oxford and RCA). Currently develops work around optics and develops collaboration technology with art collectives.)


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